Sábado, 06 de Junho de 2020
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1074
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O jornalismo em ambientes multicódigos

Por Christina Ferraz Musse e Potiguara Mendes da Silve em 26/11/2013 na edição 774

As pesquisas e estudos da comunicação não têm como escapar das configurações que os acontecimentos tomam a cada momento. Como se realizam num campo movente e mutante, não surpreende, portanto, que novas descrições, novos levantamentos e detecções sejam constantemente necessários. É assim mesmo – é esta, aliás, a especificidade desse campo de investigação.

Os ambientes multicódigos, a digitalização dos arquivos, os novos modos de visibilidade, a formulação de uma teoria polar das formações (abordáveis focal ou franjalmente), o consumo relacionado à questão ambiental, as mídias locativas, a atualidade de experiências cinematográficas do início do século XX e a aplicação de tecnologias digitais no cinema são alguns dos itens e temas que os pesquisadores vêm trabalhando na linha “Estética, Redes e Tecnocultura” do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora.

São abordagens que, de um modo ou de outro, explicitam que as bases epistemológicas que formataram a área das ciências sociais e humanas tiveram que se renovar para acompanhar o movimento da transfusão comunicacional disparada a partir dos anos 1980. E é justamente dessa renovação que o campo da Comunicação tem se alimentado para operar análises e propor intervenções na realidade que, sem esse trabalho de pesquisa sempre obrigado a reinventar-se, tenderia a uma estagnação do pensamento e das ações transformadoras tão necessárias ao desenvolvimento criativo das mentes e da cultura.

Para os pesquisadores do campo da Comunicação, tornou-se uma rotina lidar com o caráter efêmero e escorregadio dos conceitos, com a falta de limites e de rigidez que caracterizava até então as disciplinas. Todo e qualquer assunto pode se tornar objeto de análise, tudo é passível de revelar sentidos. Certamente esta é a sedução do campo, sem esquecer a exigência de que seu reconhecimento científico traduz uma preocupação crescente com o aprimoramento das metodologias de pesquisa, com o refinamento de abordagens.

Professores e alunos da linha de pesquisa “Comunicação e Identidade” têm procurado a excelência na investigação de conteúdos que dizem respeito à conformação das sociabilidades contemporâneas. Questões como a construção do caráter de verdade nos conteúdos jornalísticos, as representações do real nos textos de ficção e as fronteiras borradas entre o jornalismo e a publicidade; a conformação das audiências e a recepção dos conteúdos midiáticos; a centralidade dos meios de comunicação na conformação das subjetividades; as narrativas da memória e a ressignificação do passado; a complexidade que caracteriza os meios organizacionais a exigir uma revisão dos paradigmas de gestão são alguns dos temas instigantes que mobilizam as pesquisas do grupo.

Ao lançar mais um livro, o Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFJF mostra a robustez da sua produção acadêmica. Nesses artigos, há uma rica amostra das muitas questões que têm norteado seus pesquisadores e orientandos. Evidencia-se também, pela qualidade e variedade dos textos, a capacidade de diálogo com o que vem sendo produzido nos centros de excelência dos estudos de Comunicação. Um programa jovem, mas com maturidade científica, e a responsabilidade de dar transparência à sua produção.

Vejamos abaixo as descrições de cada um dos capítulos do livro, divididos segundo as duas linhas do Programa:

Estética, redes e tecnocultura

Os capítulos dos pesquisadores da linha foram agrupados em quatro itens: “Signos, códigos”, “Teoria da Comunicação”, “Ativismo, Redes”, e “Imagem”. No item “Signos, códigos”, Francisco J. Paoliello Pimenta faz uma apresentação das bases da Metodologia Pragmaticista de Charles Peirce, visando tornar mais claros seus pressupostos quando aplicada às pesquisas na área da Comunicação, em especial aquelas vinculadas às questões suscitadas pela revolução tecnológica digital e seus respectivos ambientes multicódigos. Ele descreve as características principais dos processos das descobertas por meio dos três tipos de inferências, a abdução, a indução e a dedução, com exemplos retirados de artigos publicados referentes a pesquisas realizadas desde 2001.

João Queiroz, por sua vez, aborda as classificações dos signos de C. S. Peirce, que foram desenvolvidas a partir de 1865, em um período anterior a preparação de “On a new list of categories”, e se estendem até 1909-11, em cartas a William James e Victoria Welby. Como são poucas as abordagens sobre o primeiro período das classificações, ele se detém em um período que tem início em 1865, e tem dois momentos de grande produção: “On a new list of categories” e “On the algebra of logic: a contribution to the philosophy of notation”.

E Cicero Inacio da Silva analisa as questões contemporâneas relacionadas à digitalização dos arquivos e as possíveis problemáticas que podem ser desdobradas a partir desse fato. Ele propõe uma abordagem que relaciona a tese de Jacques Derrida sobre o arquivo com a análise de Giorgio Agamben sobre os dispositivos, avançando sobre a questão dos modos de visibilidade propostos por Jacques Rancière até uma crítica dos meios utilizando a teoria freudiana das formações da memória.

No item “Teoria da Comunicação”, Potiguara Mendes da Silveira Jr. aborda a Transformática, teoria psicanalítica da comunicação, que tem como referência principal a teoria polar das formações. Nesta teoria, as formações são consideradas emergências compostas de um aglomerado de formações que buscam resistir à sua transformação em outra coisa que não elas mesmas, mas o máximo que conseguem é insistir em manter-se enquanto polos, configurados como formação e como resistência. São polos constituídos por uma zona focal, onde se concentra sua força maior, e uma zona franjal, cujo término não se tem como definir. A teoria polar das formações reconhece, portanto, a existência de polos de formações e busca apreendê-los mediante a descoberta de focos nesses polos e a descrição aproximada da franja.

Para Marta de Araújo Pinheiro, no item “Ativismo, Redes”, indagações hoje ocupam cada vez mais o campo das práticas cotidianas do consumo que podem ser entendidas também como um fenômeno político e ético. Isto, ao invés de ser simplesmente uma resposta do mercado às mudanças na demanda do consumidor diante das convocações de conscientização sobre o ato de compra. Seu objetivo é tratar do consumo como tema relacionado a uma questão mais ampla, a ambiental, e atrelado ao envolvimento e à participação dos jovens em redes sociais, tomando como estudo de caso a atuação de jovens na rede “Juventude na Rio+20”, especificamente no twitter, que tinha como finalidade mobilizar outros jovens em torno da “Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável – Rio + 20”.

No item “Imagem”, Carlos Pernisa Júnior afirma que o filme Um homem com uma câmera, de Dziga Vertov (1929), pode ser visto como uma experiência pouco comum no cinema, mesmo o mais contemporâneo. Visto hoje, pode-se concluir que se trata de um filme em camadas. Para entender isto, é preciso uma análise detalhada da obra, com uma atenção voltada para as várias possibilidades de leitura que ela traz. Trata-se de um filme pensado como um experimento, buscando uma potencialidade que o cinema da época ainda não tinha, e que, assim, acaba por indicar novos caminhos para todos que se propõem a estudá-lo.

Alfredo Suppia e Lúcio Reis Filho consideram que a arte com mídias locativas surge da necessidade de repensar a relação do ser humano com seu entorno geográfico, muitas vezes o espaço urbano. Eles abordam o fato de o Laboratório de Mídias Locativas e Cinema GPS (LaLoca), baseado no Instituto de Artes e Design da Universidade Federal de Juiz de Fora, com filial na Universidade da Califórnia em San Diego (UCSD), EUA, terem desenvolvido como primeiro conteúdo audiovisual o mini-documentário locativo que visa mapear as edificações mais representativas do art déco em Juiz de Fora. Estilo este que, segundo Marcos Olender, surge na cidade como expressão de uma nova época econômica, social e cultural. Assim, através do mapeamento das construções arquitetônicas, eles visam observar o uso das mídias locativas como ferramenta de pesquisa histórica.

Finalizando o item “Imagem”, Nilson Assunção Alvarenga e Tomyo Ito descrevem as imagens (e sons) do longa metragem Dez de Abbas Kiarostami sob a perspectiva da forma de utilização da tecnologia digital em seu processo de produção. Desenvolvem a hipótese que uma específica utilização da tecnologia tem papel definidor no modo de articulação das imagens no filme. Para tanto, utilizam um método de análise fílmica baseado na proposta de Jacques Aumont e Michel Marie no livro A Análise do Filme.

Comunicação e identidades

Os capítulos dos pesquisadores da linha “Comunicação e Identidades” foram agrupados em três itens: “Narrativas midiáticas e representações”, “Televisão e produção de sentidos”, e “Comunicação Organizacional em ambientes complexos”.

No item “Narrativas midiáticas e representações”, Iluska Coutinho e Jhonatan Mata afirmam que a questão da verdade é um dos problemas centrais na filosofia, tanto no ramo da gnoseologia quanto no que se refere aos aspectos epistemológicos. Além disso, é também um dos pontos centrais para a definição da qualidade e/ou validade do trabalho de jornalistas. Eles vão refletir sobre o conceito de verdade a partir de suas raízes filosóficas, com especial atenção para seu significado nas línguas originárias, e relacioná-lo à sua forma de utilização no processo de produção da notícia em televisão, compreendida a partir de um viés construcionista. Seu objetivo é investigar as aproximações entre os conceitos de verdade e realidade, assim como sua apropriação como versão elaborada pelos jornalistas profissionais.

Wedencley Alves e Stéphanie Lyanie de Melo e Costa investigam os limites entre jornalismo e publicidade quando estamos diante de matérias que tratam da saúde humana. Para eles, quando se faz uma análise mais cuidadosa de capas de revistas, muitas vezes nos deparamos com uma hibridização de gêneros que, para alguns, parecerá uma corrosão de princípios do jornalismo, e, para outros, um claro deslocamento das práticas discursivas desta atividade social. Entre um e outro, mais que uma discussão sobre modos de produção textual ou culturas de trabalho, há uma dúvida produtiva que nos remete às delicadas relações entre comunicação social e saúde.

Christina Ferraz Musse, Haydêe Sant’Ana Arantes e Raruza Keara abordam a questão da memória e a ressignificação do passado através das histórias de vida. A partir de entrevistas em profundidade com cinéfilos, cineastas e videomakers, procuram mostrar como a produção audiovisual influenciou as sociabilidades de gerações de jovens na segunda metade do século XX. Forma de resistência ou expressão poética das angústias existenciais, não há como entender as relações dos cidadãos com o espaço público sem levar em consideração as mediações e construções de sentido possibilitadas pelos gêneros audiovisuais. Cidade, imagem e memória tecem uma teia de significados rica e plena de revelações.

Cristina Brandão e Guilherme Moreira Fernandes tomam o diálogo da teoria queer (surgida nos EUA nos anos 1990 para propor um modelo contra normas de enquadramento social) e da estética camp (potencial subversivo e transgressor) com os Estudos Culturas – principalmente na concepção de identidades. Montam um estudo de caso em que apresentam sete personagens homossexuais de quatro telenovelas da Rede Globo (A Próxima Vítima, Suave Veneno, Senhora do Destino e Fina Estampa) com o objetivo de estudar seu comportamento sexual. Verificam que, apesar da constante normalização dos homossexuais, o discurso positivo é importante para combater a homofobia, mas que, no entanto, pode gerar outra forma de homofobia, aquela onde só se aceitam homossexuais com comportamentos heteronormativos.

Para Bruno Fuser e Emilia de Mattos Merlini, no item “Televisão e produção de sentidos”, o veículo chegou de maneira mais ampla às comunidades ribeirinhas das Reservas de Desenvolvimento Sustentável Amanã e Mamirauá (AM) apenas na década de 1990, de modo que moradores mais antigos podem indicar mudanças ocorridas a partir desta data. Um grupo de pesquisadores esteve em quatro dessas comunidades em 2010 e realizou 30 entrevistas com 57 moradores como parte de um estudo de recepção televisiva nessas localidades. Eles selecionaram as 11 entrevistas que contavam com a participação de adolescentes, no intuito de analisar aspectos de sua recepção. As respostas foram interpretadas segundo categorias identificadas nas entrevistas, e falas de seus pais também foram acrescentadas na análise com vistas a contribuir para a compreensão da recepção do público adolescente.

Paulo Roberto Figueira Leal e Fernanda Nalon Sanglard abordam a cobertura política do principal telejornal brasileiro, o Jornal Nacional (JN), da Rede Globo, desde o período das convenções nacionais partidárias até a semana seguinte ao segundo turno da eleição presidencial de 2010. A partir da análise de conteúdo, apontam recorrências na produção jornalística televisiva e verificam que concepções de política, dentre muitas possíveis, foram acionadas na cobertura.

E, por fim, no item “Comunicação Organizacional em ambientes complexos”, Boanerges Balbino Lopes Filho e Iara Marques do Nascimento relacionam o pensamento complexo, a partir das abordagens realizadas por autores como Marc Halévy, Humberto Mariotti, Fritjof Capra e Edgar Morin, como possibilidades de reflexões sobre as organizações, os fenômenos que as constituem e a comunicação organizacional.

Sobre os organizadores

Christina Ferraz Musse é doutora e mestre em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação e do curso de Graduação em Comunicação Social da Universidade Federal de Juiz de Fora, é líder dos grupos de pesquisa “Comunicação, identidade e cidadania” (PPGCOM/UFJF) e “Telejornalismo” (Intercom). É coordenadora do projeto de extensão “Comunicação para grupos de economia popular solidária de Juiz de Fora e região”, desenvolvido na Intecoop – Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da UFJF; do projeto de extensão “Cidade e memória: a configuração do espaço urbano pelas histórias de vida”; e dos projetos de pesquisa “Cidade e memória: a configuração do espaço urbano pelas narrativas audiovisuais” e “Memórias da imprensa de Juiz de Fora”.

Potiguara Mendes da Silveira Jr. é doutor e mestre em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Fez Pós-doutorado na Universidade Nova de Lisboa (Centro de Estudos de Comunicação e Linguagem/UNL). Tem formação em Psicanálise pelo Colégio Freudiano/NovaMente/RJ. Professor associado da Faculdade de Comunicação e do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora, é também editor da revista Lumina PPGCOM/UFJF. Integra o projeto “Crítica Epistemológica: análise de investigações em curso, com base em critérios epistemológicos, para desenvolvimentos reflexivos e praxiológicos na pesquisa em Comunicação” (Capes/Procad/2008: Unisinos, UFJF e UFG) e é colíder dos grupos de pesquisa (CNPq): “ETC – Estudos Transitivos do Contemporâneo” e “Estética, Redes e Tecnocultura”.

Sobre os autores

>> Alfredo Suppia – Professor de Cinema (IAD e PPGCOM/UFJF). Doutor em Multimeios (UNICAMP). Lattes: http://lattes.cnpq.br/4926118547072736

>> Boanerges B. Lopes Filho – Professor (PPGCOM/UFJF). Coordenador do curso de Especialização em Comunicação Empresarial (UFJF). Doutor em Comunicação (UFRJ). Mestre em Comunicação (UMESP). Lattes: http://lattes.cnpq.br/7220002011770409

>> Bruno Fuser – Mestrado e doutorado em Ciências da Comunicação (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo). Pós-doutorado na Universidade Autônoma de Barcelona, Espanha, sob tutoria de Lorenzo Vilches, e na Universidade de Guadalajara, México, com Guillermo Orozco-Gómez. Professor adjunto da Universidade Federal de Juiz de Fora. É líder do grupo de pesquisa “Processos Comunicacionais, Educação e Recepção”. Entre as obras publicadas estão Nove histórias mineiras eMemória, gerações e produção cultural: experiências e reflexões, ambos em co-autoria com a professora Josimara Delgado, editados em 2012 pela Editora Juizforana. Lattes: http://lattes.cnpq.br/7470112284106867

>> Carlos Pernisa Júnior – Professor associado do Depto. de Jornalismo e do PPGCOM (UFJF). Lattes: http://lattes.cnpq.br/3402056676199307

>> Christina Ferraz Musse – Professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFJF. Mestrado e doutorado em Comunicação e Cultura (Universidade Federal do Rio de Janeiro). É líder dos grupos de pesquisa “Comunicação, identidade e cidadania” (PPGCOM/UFJF) e “Telejornalismo” (INTERCOM). É coordenadora dos projetos de extensão “Comunicação para grupos de economia popular solidária de Juiz de Fora e região” e “Cidade e memória: a configuração do espaço urbano pelas histórias de vida”; coordena também os projetos de pesquisa “Cidade e memória: a configuração do espaço urbano pelas narrativas audiovisuais” e “Memórias da imprensa de Juiz de Fora”. Autora do livro “Imprensa, cultura e imaginário urbano: exercício de memória sobre os anos 60/70 em Juiz de Fora” (Nankin, Funalfa, 2008) e, junto com o professor Cristiano José Rodrigues, do livro “Memórias possíveis: personagens da televisão em Juiz de Fora (Nankin, Funalfa, 2012). Lattes: http://lattes.cnpq.br/5736151077996505

>> Cicero Inacio da Silva – Professor (PPGCOM e IAD/UFJF). Lattes: http://lattes.cnpq.br/3383998229403423

>> Cristina Brandão – Professora Adjunta da Faculdade de Comunicação Social e do PPGCOM-UFJF. Mestre e Doutora em Teatro pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNI-RIO). Autora de “O Grande Teatro Tupi do Rio de Janeiro” (Ed. UFJF, 2005) e, com Flávio Lins, de “Os Cariocas do breve entrando no ar” (Ed. UFJF, 2012), é uma das organizadoras de “Televisão, Cinema e Mídias Digitais” (Insular, 2012). Lattes: http://lattes.cnpq.br/8690021106855700

>> Emilia de Mattos Merlini – Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora. Formada em Relações Públicas pela Universidade de São Paulo (USP), tem especialização em Gestão de Marketing de Serviços pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Com mais de dez anos de experiência em promoção de eventos, assessoria de imprensa, gerenciamento de comunicação interna, além de desenvolvimento e administração de programas de relacionamento com comunidades, foi finalista do Prêmio USP de Comunicação Corporativa 2006. Hoje pesquisa sobre educomunicação, educação, gestão participativa e desenvolvimento local sustentável. Lattes: http://lattes.cnpq.br/0040457755123238

>> Guilherme Moreira Fernandes – Mestre em Comunicação pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora (PPGCOM-UFJF). É um dos organizadores de “A Folkcomunicação no limiar do século XXI” (Ed. UFJF, 2012) Lattes: http://lattes.cnpq.br/8690021106855700

>> Haydêe Sant’Ana Arantes – Graduada em Comunicação Social Jornalismo (Universidade Federal de Juiz de Fora). Mestranda (PPGCOM/UFJF). Membro do grupo de pesquisa Comunicação, Identidade e Cidadania, na linha Comunicação, Cidade, Memória e Cultura. Lattes: http://lattes.cnpq.br/3704572932316738

>> Iara Marques do Nascimento – Mestre em Comunicação e Sociedade (PPGCOM/UFJF). Professora colaboradora no curso de Especialização em Comunicação (UFJF). Especialista em Comunicação Empresarial (UFJF).

>> Iluska Coutinho – Jornalista diplomada pela UFES, mestre em Comunicação e Cultura (UnB) e doutora em Comunicação pela Umesp, com estágio doutoral pela Columbia University. É professora associada do departamento de Jornalismo, e coordenadora do mestrado em Comunicação da UFJF – Universidade Federal de Juiz de Fora – Brasil. Diretora Regional Sudeste da Intercom, Membro da Rede de Pesquisadores em Telejornalismo e Diretora Editorial da SBPJor. Atualmente desenvolve pesquisa sobre o Telejornalismo Público, com financiamento do CNPq. Lattes: http://lattes.cnpq.br/7068648540073233

>> Fernanda Nalon Sanglard – Mestre em Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFJF; jornalista, repórter do jornal Tribuna de Minas. Lattes: http://lattes.cnpq.br/9286403862046901

>> Francisco J. Paoliello Pimenta – Professor Associado IV da Faculdade de Comunicação e do PPGCOM/UFJF. Doutor em Comunicação e Semiótica (PUC SP). Lattes: http://lattes.cnpq.br/2368585419362246

>> Jhonatan Mata – Jornalista, Mestre em Comunicação (UFJF). Realiza pesquisas sobre telejornalismo. Integrante do grupo de pesquisa Telejornalismo UFJF – Intercom e do grupo Comunicação, Identidade e Cidadania. Lattes: http://lattes.cnpq.br/4615632494533159

>> João Queiroz – Professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (UFJF) e do Instituto de Artes e Design (UFJF). Seus principais tópicos de investigação incluem: semiótica Peirceana, emergência e evolução de sistemas informação e linguagem, informação e signo estético, tradução intersemiótica. Lattes: http://lattes.cnpq.br/4794107935753176

>> Lúcio Reis Filho – Mestre em Comunicação (PPGCOM/ UFJF). Professor do Depto. de História (UEMG/FCCP). Lattes: http://lattes.cnpq.br/5381739245968703

>> Marta de Araújo Pinheiro – Graduada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Mestrado e doutorado em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente é professora 3º grau DE, nível associado, da Escola de Comunicação, Universidade Federal do Rio de Janeiro, e pesquisadora colaboradora do Programa de Pós-Graduação Comunicação e Sociedade, da Universidade Federal de Juiz de Fora. Atua nos seguintes temas: comunicação, internet, redes, publicidade, consumo e cidadania. Lattes: http://lattes.cnpq.br/9021048263321704

>> Nilson Assunção Alvarenga – Mestrado em Filosofia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1999) e doutorado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2003). Professor adjunto e pesquisador colaborador da Universidade Federal de Juiz de Fora. Lattes: http://lattes.cnpq.br/4188323551381417

>> Paulo Roberto Figueira Leal – Doutor em Ciência Política (Iuperj) e professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFJF. Lattes: http://lattes.cnpq.br/9631665928287598

>> Potiguara Mendes da Silveira Jr. – Professor associado da Faculdade de Comunicação e do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora / UFJF. Pós-doutorado pela Universidade Nova de Lisboa (Centro de Estudos de Comunicação e Linguagem / UNL) (2006); doutorado (1992) e mestrado (1983) em comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO / UFRJ). Formação em psicanálise (Colégio Freudiano / NovaMente / RJ) (1975-). Editor da revista “Lumina PPGCOM/UFJF”. Integra o projeto “Crítica Epistemológica: análise de investigações em curso, com base em critérios epistemológicos, para desenvolvimentos reflexivos e praxiológicos na pesquisa em Comunicação” (CAPES / PROCAD / 2008: Unisinos, UFJF e UFG). Co-líder de dois grupos de pesquisa (CNPq): “ETC – Estudos Transitivos do Contemporâneo” e “Estética, Redes e Tecnocultura”. Lattes: http://lattes.cnpq.br/9347187045034977

>> Raruza Keara – Graduada em Comunicação Social (Universidade Federal de Juiz de Fora). Mestre (PPGCOM/UFJF). Integrante do projeto de pesquisa Cidade e Memória: a construção da identidade urbana pelas narrativas audiovisuais e do projeto de extensão Cidade e Memória: A configuração do imaginário urbano pelas Histórias de Vida. Lattes: http://lattes.cnpq.br/6088182017575211

>> Stéphanie Lyanie de Melo e Costa – Jornalista e mestranda do programa de Pós-Graduação em Comunicação (UFJF). Membro do grupo “Comunicação e Discursos: Saúde, Sensibilidades e Violências”. Lattes: http://lattes.cnpq.br/7722331154168129

>> Tomyo Ito – Mestrando em Comunicação (PPGCOM/UFJF). Graduado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2009). Cursou Direção Cinematográfica na Escola de Cinema Darcy Ribeiro (2010). Atua na área do audiovisual, nas funções de direção e direção de fotografia (produções que vão da ficção ao documentário passando pela videoarte). Lattes: http://lattes.cnpq.br/0511112892095369

>> Wedencley Alves – Professor da Faculdade de Comunicação Social e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (Universidade Federal de Juiz de Fora). Doutor em linguística (Unicamp) e mestre em comunicação (UFF). Lidera o grupo “Comunicação e Discursos: Saúde, Sensibilidades e Violências”. Lattes: http://lattes.cnpq.br/9918620321007057

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