Terça-feira, 26 de Maio de 2020
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1074
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Campanhas custam caro

Por Mauro Malin em 18/03/2012 na edição 685

Há material para meditação na edição da Época datada de 19/3. A partir da página 32, “Por que [o bicheiro goiano] Carlinhos Cachoeira atemoriza hoje todo o espectro partidário – do DEM ao PT”; “O Tribunal [de Contas do RJ] que virou caso de polícia”; “Numa tentativa de reavivar o caso do assassinato da missionária Dorothy Stang, um dos condenados diz que a arma do crime foi fornecida por um delegado” (nesta, não se explica por que um condenado mora livre numa fazenda onde cria gado).

O primeiro texto, especialmente, sugere uma pergunta: foi a criminalidade organizada que se adaptou à democracia depois de 1982/1985/1988 – vitórias eleitorais de Franco Montoro em SP, Tancredo Neves em MG e Leonel Brizola no RJ/eleição de Tancredo e posse de José Sarney/nova Constituição – ou foi a nova democracia que se adaptou à criminalidade organizada?

O método ilegal de financiamento de campanhas políticas – sempre com algumas “sobras” apetitosas – sugere que a segunda hipótese é verdadeira.

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