Domingo, 27 de Setembro de 2020
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1074
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Americanos migram da telinha para o computador

Por lgarcia em 12/04/2013 na edição 741

 

Em 2010, o tempo gasto pelos americanos na internet empatou com o tempo gasto em frente à TV. Três anos depois, um terço dos usuários de internet do país dizem considerar abandonar seus aparelhos de televisão, aponta uma nova pesquisa realizada pela empresa eMarketer.

Pode não parecer um grande número, mas a previsão é que, até o próximo ano, metade dos americanos assistam a filmes e programas de televisão pela web. Em 2012, 106 milhões de americanos já assistiam à TV online. Até 2017, esse número deve ser de 145 milhões, com um crescimento de 7% ano a ano.

Uma razão para a mudança é a fartura de opções para telespectadores na internet. Eles podem assistir ao que quiserem, em seus computadores, tablets, telefones ou “smart TVs”, e podem pagar por isso da maneira que preferirem.

Adaptação

Os modelos de negócios são variados: algumas emissoras, como a HBO e a Showtime, estão ativamente diminuindo sua audiência na TV e oferecendo seu conteúdo online. Outros disponibilizam serviços pagos por anúncio ou, como faz o Netflix, por assinaturas mensais.

Hoje, o Netflix é abertamente uma das grandes competidoras das emissoras tradicionais. Em fevereiro, a companhia estreou no conteúdo próprio com a série House of Cards. O programa é um dos maiores sucessos da empresa. Mesmo antes de House of Cards, a renda do Netflix pelo serviço de transmissão online já vinha crescendo firmemente, totalizando 2,19 bilhões de dólares apenas em 2012. 

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