Terça-feira, 04 de Agosto de 2020
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1074
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Correspondentes estrangeiros na Copa

Por Alberto Dines em 10/06/2014 | comentários

O Observatório da Imprensa vai exibir durante a Copa 2014 uma série de programas que vão analisar a mídia e o mundial de futebol. Nestas edições iremos tratar da preparação do país para o evento sob a ótica dos correspondentes estrangeiros, vamos analisar a participação do Brasil em todos os mundiais e a evolução da tecnologia na cobertura, a literatura esportiva, os locutores e apresentadores históricos e a influência da política nas Copas do Mundo.

Grandes eventos esportivos já foram alvos do poder político, como registra a história. A Copa do Mundo de futebol, com milhares de torcedores em muitos países, já sofreu pressões em diversas ocasiões. Durante as ditaduras de Vargas no Brasil e dos militares na América do Sul, jogadores e dirigentes foram pressionados pelos governantes.

Em 1970, na preparação para a Copa, o técnico João Saldanha sofreu interferência do presidente Médici na escalação dos jogadores. Na Argentina, em 1978, o ditador Jorge Rafael Videla estava presente no estádio na final do polêmico Mundial.

Na Copa do Mundo no Brasil, a Fifa foi levada a aceitar 12 cidades sedes em vez de 10 como estimava. O governo, atendendo a pedidos dos estados, optou por 12, fato amplamente criticado pelos jornalistas, principalmente porque em ano eleitoral o resultado em campo pode ser usado nas urnas também.

O Observatório da Imprensa quer relembrar estes e outros exemplos que marcaram a história das Copas e analisar como a mídia cobriu os fatos.

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