Terça-feira, 04 de Agosto de 2020
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1074
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Crise hídrica e energética

Por Alberto Dines em 10/02/2015 | comentários

O calor que atingiu a região Sudeste do país no ano passado foi acima da média em até dois graus Celsius. O fenômeno não foi isolado, dados da Organização Meteorológica Mundial apontam que os últimos 14 anos foram os mais quentes da história.  E o pior, no futuro deve aumentar ainda mais, inclusive no Brasil. Especialistas alertam que a causa disso é a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera. Uma conexão direta da destruição do meio ambiente com o aumento da temperatura mundial, causando escassez hídrica. No Brasil, as autoridades foram advertidas por ambientalistas sobre o perigo da seca e do racionamento, mas nenhuma medida foi tomada. Os níveis dos reservatórios só diminuíram desde o ano passado e a falta d`água atingiu comércio, fábricas e a população em geral, principalmente no Sudeste. E 2015 chegou junto com promessas de racionamento em São Paulo e queda nos reservatórios no Rio. A população diante da perspectiva real de torneiras vazias se alarmou, e a mídia passou a dar ao assunto cobertura diária e espaço significativo. Ainda assim, a questão carece de reflexão e de opinião especializada. Nesta edição, o Observatório quer ampliar o debate sobre o colapso no abastecimento de água e também avaliar alternativas de energia. Enquanto a água diminui, o consumo de energia aumenta e o ciclo se mantém.

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