Quinta-feira, 06 de Agosto de 2020
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1074
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Patriarca da imprensa no Brasil

Por Alberto Dines em 19/06/2001 | comentários

Bem-vindos ao Observatório da Imprensa.


Você sabe que preferimos os temas da atualidade. Você também sabe que costumamos ser muito irreverentes. Apesar disso, hoje vamos quebrar as duas praxes. Ao invés da costumeira irreverência seremos reverentes, muito reverentes e ao invés de tratar do presente ou de um passado recente vamos recuar quase dois séculos, mais exatamente 193 anos.


O Observatório da Imprensa hoje vai fazer um flagrante do nascimento da imprensa brasileira e tentar um retrato de corpo inteiro do seu patriarca, o gaúcho Hipólito José da Costa.


A razão é simples: dentro de duas semanas as cinzas de Hipólito, que morreu em Londres, serão finalmente enterradas em Brasília e hoje, em Brasília, foi lançada a reedição da coleção completa do Correio Braziliense, o primeiro periódico brasileiro em 31 volumes com uma tiragem de 3.500 exemplares a serem distribuídos às bibliotecas, universidades, escolas de jornalismo e história.


O Observatório da Imprensa orgulha-se de participar desta empreitada. E nesta reverência a Hipólito vai também a reverência a outro patriarca do nosso jornalismo, dr. Barbosa Lima Sobrinho, um dos maiores conhecedores da vida e da obra hipolitana.


O Correio Braziliense surgiu para arrombar a censura, para democratizar a informação e a cultura. Enquanto que todos os envolvidos nesta reedição querem democratizar a história, pretendemos mostrar que o papel, apesar de tão frágil, e o jornalismo, apesar de tão rápido, nada têm de efêmeros. E sendo assim marcam profundamente a vida dos seus leitores.


Ao relembrar nosso primeiro periódico e o nosso patriarca estamos tentando estabelecer o Paradigma Hipólito, um modelo de atuação jornalística voltado para a cultura, voltado para a melhoria da sociedade através da melhoria do homem. Somos todos descendentes de Hipólito e do seu Correio Braziliense. Resta saber quantos querem herdar o outro nome do seu jornal – Armazém Literário – a grande usina de idéias que produziu a emancipação.


Assista ao compacto desse programa em:
www.tvebrasil.com.br/observatorio/videos.htm

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